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O problema da Chapecoense não são os jogadores e comissão técnica e sim seu presidente

Terça-feira, 10 de abril de 2018, 8h22min

Neste espaço normalmente se fala de política, mas já faz algum tempo queria falar sobre a chapecoense. Não é porque o time perdeu o título, não é porque o time estava apático, são coisas do futebol.

O grande problema da Chapecoense não são os jogadores nem comissão técnica. O problema da Chape é mais complexo, e essa derrota podemos colocar na conta da diretoria, sobretudo seu presidente.

Desde o começo de 2016 este é o problema crônico onde o seu presidente Plínio De Nez Filho (Maninho), é o protagonista de vários dissabores.

Primeiro que ele não inspira confiança de muita gente, a maioria da torcida não sabe de sua vida pregressa talvez não o julgue por não saber de nada.

Emprega seu filho no departamento de marketing do clube ganhando R$ 25 mil mensais, pode ser até legal, mas é imoral.

Além disso, Maninho emprega vários parentes no clube, formando um rosário de gente com parentesco próximo.

No final do ano passado foi acusado de pedir propina por um empresário, nada foi confirmado, mas pegou muito mal para um presidente de clube com nome internacional.

Por essas e outras que o Maninho tem que ser breve em sua passagem pelo clube, e leve sua trupe para outras fronteiras, porque diretor ganhando R$ 90 mil por mês, outro R$ 60 mil aí é para acabar com a massa verde e branco e os associados que colaboram com o financeiro do clube.

Welington Paulista com 33 anos ganhando R$ 180 mil por mês, aí é pedir para quebrar. Para encerrar, queremos dizer que administrações ditatoriais que não ouve ninguém, não levam a lugar nenhum, no caso o seu presidente.